segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sorry.

Você me ensinou que para ter algo que realmente quer, é necessário lutar, é necessário conquistar. Não apenas querer. Mas a dor que você causou em mim, fez eu esquecer o que você me ensinou, e quando a única coisa que eu realmente queria, era esquecer de te amar. Você tirou uma dor de mim, me prometendo não fazer eu senti-la novamente, devo admitir não senti a mesma dor, foi pior. Sinto sua falta, mas aprendi a me amar.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Loser

perdi, e dessa vez foi para valer, dessa vez foi de verdade. Confesso que tenho forças para lutar mas não tenho mais vontade nem coragem. Sinto um vazio no meu peito, uma dor sem razão... Um sentimento sem explicação. Talvez seja estes os sintomas da solidão. Tenho mais uma vida para te esquecer, e tudo que eu quero é você ao meu lado. Te amo e nada mais.

terça-feira, 16 de abril de 2013

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“Desculpa, ok? Desculpa se eu não dei o meu melhor. Desculpa se eu fui orgulhoso. Desculpa se às vezes que eu te fiz chorar foram maiores do que as que eu te fiz sorrir. Desculpa se eu sempre fui egoísta e procurei fazer o melhor pra mim esquecendo do que era melhor pra ti. Desculpa se eu desisti… Mas não foi só de nós. Eu desisti de mim também. Desculpa se nunca me mostrei agradecido por todo o bem que você me proporcionou. Desculpa por ser assim. Desculpa se eu fui irritante. E convencido. Desculpa se eu deixei meu medo impedir que algumas coisas acontecessem. Desculpa minha falta de confiança. Desculpa por me afastar do nada. Desculpa por te ignorar de propósito. Desculpa por fazer algumas coisas com a intenção de te machucar. Desculpa pelas crises de ciúme. Desculpa por ser criança e desculpa pelas infantilidades. Desculpa por descontar em você coisas que não tinham nada a ver. Desculpa por te pedir pra esquecer e depois correr atrás te fazendo lembrar. É tarde, mas eu não ligo. Não muda nada, mas mesmo assim… Desculpa por tudo.” — Vinícius Kretek.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

não existe um fim...

Essa "merda" de sentimento, que sinto, não consigo identificar, não consigo dizer se é algo bom, não sei se é ruim. Só sei que me machuca a cada dia, uns dizem ser amor, outros dizem que é ódio. Na gíria, pode-se até ser recalque. Mas na verdade, deve ser o amor mesmo, deve ser essa tal paixão, pois dói quando está longe, dói quando sinto que há perda, dói quando sinto ele, dói quando não quero sentir, ele só dói, e o pior é saber o motivo da dor, é saber que só sinto isso por orgulho ou por medo ou por sei la o que. Quero te provar que sou uma pessoa boa, mas não sou capaz disto, quero ser uma pessoa boa para você, mesmo sem provar nada, mas também não sou capaz disso. Quero você ao meu lado, estou falando isso sem que o orgulho perceba, quero viver uma nova vida, com uma nova pessoa ao meu lado, mas uma pessoa que não é nova em minha vida, quero viver com você, quero falar isso para você. Quero só você. Quero rir com você, quero chorar com você, não entendo muito sobre essa "merda" de amor, mas querer a pessoa ao lado nos resto dos dias de sua vida, em todos os momentos é o suficiente para dizer que se está apaixonada, não é? Fica comigo, hoje, amanhã e sempre, tenta aceitar meus defeitos, olha que são muito, mas acredite, o que mais me importa, é estar ao seu lado, pois é o " único idiota que se importa comigo. " - não preciso dizer que é pra ti né.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

A IMPONTUALIDADE DO AMOR Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha. Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio. O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito. A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender. Martha Medeiros